O Que Não te Contaram Sobre a Reforma Administrativa - 5ª parte


A Reforma Administrativa vai desmontar a estrutura dos estados e municípios, prejudicando a população


A Reforma Administrativa apresentada pelo Governo Federal tem como justificativa a proposta de enxugamento da estrutura pública com a diminuição do número de servidores/as públicos/as.

Apenas as carreiras típicas de Estado, que não estão definidas na PEC32, serão priorizadas na estrutura do Estado, todas as demais poderão ser assumidas por empresas privadas.


Segundo dados publicados pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE, 2020) a maior parte dos/as servidores/as atingidos/as serão os/as profissionais da educação e da saúde. Atualmente aproximadamente 53% dos/as servidores/as públicos/as estão alocados nos municípios e 29% são servidores/as ligados aos Estados. Dessa forma, os municípios serão os mais prejudicados. A média salarial dos/as servidores/as públicos/as é de até 4 (quatro) salários mínimos e a maioria destes servidores/as atua nas áreas de educação, de saúde e de segurança pública.

A Reforma Administrativa não combaterá privilégios que possam existir no serviço público, uma vez que os/as servidores/as públicos/as que perderão a estabilidade e possivelmente os seus empregos serão exatamente aqueles/as que ganham salários menores e atendem diretamente a população.


O povo será diretamente prejudicado nos estados e nos municípios, aumentando ainda mais as desigualdades.


Diga não à PEC 32. Diga Sim aos Direitos.


Diretoria da ADUnB