No Dia Mundial da Saúde, Brasil representa ameaça sanitária global


Nesta quarta-feira (7/4), é celebrado o Dia Mundial da Saúde. O Brasil vive um colapso sanitário e registrou, na noite de terça (6), o recorde alarmante de 4.211 mortes por covid-19, totalizando 337.364 vítimas desde o início da pandemia.


Nosso país, berço da variante P1 do coronavírus, é apontado por cientistas, autoridades sanitárias e pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como uma ameaça ao controle da pandemia em todo o mundo.


Até hoje, apenas 3,29% da população brasileira receberam a segunda dose da vacina. O número ínfimo de brasileiros vacinados está diretamente relacionado às tentativas de aquisição de vacinas pelo setor privado, com pedidos já aceitos pelo Presidente da República e com a aprovação, nesta terça-feira, pela Câmara dos Deputados, do texto-base que permite a compra de vacinas por empresas.


Que o Dia Mundial da Saúde seja mais um dia de luta contra a política genocida do governo Bolsonaro, que insiste em intensificar todas as medidas que nos levaram ao caos.


Estamos ao lado da ciência e do conhecimento. Fora Bolsonaro, fora genocida!


Defendemos o lockdown como a única saída para desafogar o sistema de saúde do país;

Defendemos mais recursos para o Sistema Único de Saúde e exigimos a revogação da Emenda Constitucional 95;

Defendemos a vacinação pública, gratuita, pelo SUS, com a quebra de patentes;

Defendemos o impeachment e a responsabilização de Jair Bolsonaro na condução catastrófica da pandemia.