Militarização das escolas do DF: Isso também tem a ver conosco!


Muro de escola militarizada

Muro de escola não militarizada

No fim de semana, cinco escolas do Distrito Federal foram consultadas sobre a aceitação do modelo de gestão compartilhada com a Polícia Militar e apesar de duas delas (o Centro de Ensino Fundamental 407, de Samambaia, e o Centro Educacional Gisno, na Asa Norte) rejeitarem o sistema, o governo do Distrito Federal decidiu militarizar as unidades. A alegação foi de que a votação de pais, alunos, professores e funcionários tinha caráter meramente consultivo.


O tema será debatido em audiência pública que ocorrerá no próximo dia 22 (quinta-feira), no Auditório Dois Candangos, na Faculdade de Educação da UnB, às 12h. "Isso tem a ver conosco que também somos professores, formadores de licenciandos da educação básica. Portanto, é uma liga, uma união em torno da democracia brasileira, atacada brutalmente pela intervenção militar. Isso nos diz respeito na medida em que, também nas universidades, não têm sido respeitadas as eleições de consulta da comunidade acadêmica em nível nacional", afirma a professora da UnB Maria Luiza Pereira.


A docente conclama os trabalhadores da Educação a se unirem para enfrentar o atual contexto de ameaças aos preceitos que regem o ensino público. "Neste momento, o que temos que fazer é estarmos juntos, unidos em defesa da democracia, da soberania brasileira, da ciência e tecnologia de conteúdo nacional e, sobretudo, a defesa do direito da luta sindical."



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