Marco temporal, um retrocesso secular


O STF poderá julgar nesta quarta-feira (25) se demarcações de terras indígenas obedecerão ao chamado “marco temporal”, com o qual os povos originários só poderão reivindicar terras nas quais já estavam estabelecidos antes da promulgação da Constituição de 1988.

Se aprovado, o marco temporal representará um retrocesso secular e abrirá caminho para exploração do agronegócio e grileiros.

A ADUnB se solidariza à luta dos povos indígenas.