Dia Internacional dos Direitos Humanos


Hoje (10) é o Dia Internacional dos Direitos Humanos, mas, no Brasil, o direito à dignidade e justiça social passou a ser gravemente violentado pelo presidente e seus cúmplices, que, em um país afundado em crises econômica, política, social e ambiental, continuam sonegando ao povo direitos básicos, como saúde, educação e moradia, e, os dados provam, direitos humanos também passam ao longe dos olhos do atual governo e aliados.



São 19 milhões de pessoas em situação de fome, famílias inteiras buscando restos de comida em lixões, 14 milhões de desempregados, 615 mil mortos, e nada disso interessa ao governo Bolsonaro, nem mesmo o maior direito de todos, o direito à vida, não interessa ao modelo governamental de Bolsonaro.


A criminalização dos movimentos sociais, buscando retirar dos trabalhadores do serviço público seus direitos conquistados a duras penas, assim como a entrega das estatais para a iniciativa privada, são mais demonstrações de que o governo não está preocupado com os direitos do povo e sim com seu bolso.


Bolsonaro é também inimigo da educação!

Vale lembrar que a educação é um dos direitos básicos previsto na declaração universal dos direitos humanos. Desde a sua eleição, o atual presidente ataca constantemente os professores e a educação: cortou em 30% os investimentos nas universidades; avançou na privatização da educação básica; bloqueou o pagamento de bolsas da Capes para estudantes de pós-graduação; em 2021, tentou interferir nas provas do ENEM, programa que dá oportunidade para jovens de baixa renda acessarem universidades.


Entre tantos outros motivos, o presidente prova ser contra o direito do povo à educação, usando de sua posição para causar o desmonte do sistema educacional público, indo totalmente contra o que prevê a Declaração Universal dos Direitos Humanos, criada para combater regimes fascistas e totalitários, como esse que Bolsonaro tenta emplacar no país.


Nesta importante data, os movimentos por direitos humanos reafirmam a necessidade de se continuar lutando com garra para garantir, no Brasil e no mundo, o acesso de todos/as à educação, saúde, moradia, de forma igualitária.