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Informativo eletrônico da ADUnB |
Brasília |
28
de novembro de 2007 |
Nº 30 |
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ANDES-SN Proposta do governo não atende às reivindicações dos docentes Reunida em Brasília no dia 21/11, a coordenação do Setor das IFES analisou a proposta apresentada pelo governo no último dia 20 e identificou os pontos que divergem das reivindicações dos docentes. Para começar, a proposta do governo não compensa as perdas de maneira uniforme e, em alguns casos, sequer repõe a inflação. Um exemplo disso é o professor na classe de Adjunto em regime de Dedicação Exclusiva, com graduação, especialização ou com aperfeiçoamento, que terá, em 2010, um reajuste acumulado entre 16,8% a 20,5%, bem inferior à inflação projetada, que será em torno de 25%, considerando o período de 2006 a 2010. Ao contrário do discurso do governo, sua proposta não valoriza a carreira docente, pois propõe para 2010 uma remuneração inferior a de muitas outras categorias de servidores públicos, inclusive a dos técnico-administrativos das IFES, conforme abaixo:
Além de não valorizar a carreira, o governo insiste em separar o processo de negociação dos docentes do ensino superior dos de 1º e 2º grau. A proposta também retira o incentivo de titulação do vencimento básico. Para a coordenação do Setor das IFES, isso minimizará os ganhos obtidos com a incorporação da GAE e da VPI. A transformação do incentivo de titulação em gratificação o torna instável e os professores poderão perdê-lo a qualquer momento, principalmente ao se aposentarem.
Paulo Rizzo, presidente do ANDES-SN, reconhece que o governo avançou ao tornar a GED paritária para ativos e aposentados e ao valorizar os professores com doutorado em regime de dedicação exclusiva, mas explica que ainda não há nenhuma garantia legal de que essas propostas serão cumpridas. “O governo quer apressar o processo, já marcando audiência para fechamento de acordo no início de dezembro. Mas a base terá que avaliar a proposta, além disso, ainda não conhecemos o instrumento legal que poderá garantir a concretização do que está sendo sugerido, pois o governo não oficializou nada sobre isso. E um dos problemas enfrentados pelos servidores públicos é que negociam acordos que não se concretizam plenamente no projeto de lei ou medida provisória que os implementa”, alerta. Docentes de
1º e 2º grau Duas reuniões
estão marcadas para o início do dezembro. No dia 5, o governo
apresentará as bases para o acordo com os docentes da carreira
de ensino superior. No dia 6, iniciará a discussão com os
docentes de 1º e 2º grau. Fonte:
ANDES-SN
Remunerações
de categorias do Serviço Público Federal O
quadro abaixo foi constituído a partir de dados coletados nos sites
sobre concursos públicos SALÁRIOS INICIAIS POLÍCIA
RODOVIÁRIA FEDERAL – Nível Médio - R$ 5.089,00 DELEGADO
DA POLÍCIA CIVIL - RN - R$ 9.020,00
CÂMARA FEDERAL – Nível Médio: ATÉ R$ 3.252,00 Nível
Superior: ATÉ R$ 9.008,00 TCU. AUDITOR - Nível Superior: R$ 22.111,25 TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL – Nível médio: R$ 2.997,00 Nível
superior: R$ 4.616,00 TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL – Nível Fundamental: R$ 2 036,34 Nível
Médio: R$ 3 005,00 Nível
Superior: R$ AGU-TÉCNICOS – Nível Superior: R$ 3.130,00 ITAIPU: ADVOGADO JUNIOR – R$ 3.152,02 RECEBEM, AINDA, ENTRE OUTROS: VALE ALIMENTAÇÃO (R$ 458,00);
DESPESA COM TRANSPORTE; CRECHE.
Os dados constantes na tabela abaixo foram retirados da edição especial
do “Contato”, boletim do servidor nº 61 de 31 de outubro de 2006. Os interessados
podem encontrar mais detalhes no sítio do Ministério do Planejamento,
www.planejamento.gov.br.
São diversas MP que, segundo o governo, beneficiaram milhares de servidores
de diversas carreiras do serviço público. O balanço das carreiras com
os reajustes concedidos, ocorreu entre 2003 e 2006.
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Expediente: A
Diretoria da ADUnB-S.Sind. não se responsabiliza |