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Docentes da UnB
suspendem, em assembléia geral, o pagamento à
conlutas
Foto:Carla
Lisboa/ADUnB-S.Sind. |
Assembleia Geral da ADUnB reuniu
97 docentes no Auditório da Engenharia
Civil
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A maioria dos professores que
participou, na sexta-feira (22/5), da primeira Assembléia
Geral da ADUnB deste ano, aprovou as propostas da diretoria da
seção sindical. Cinqüenta e um (51) docentes dos oitenta e
seis (86) que estiveram na primeira hora (17h30) da Assembléia
aprovaram a suspensão do pagamento à Coordenação Nacional de
Lutas (Conlutas-DF), central sindical à qual o ANDES-SN se
ligou após se desfiliar da Central Única dos Trabalhadores
(CUT). Na contagem de votos, vinte e oito (28) professores se
posicionaram contrários e sete (7) se abstiveram.
Após essa primeira deliberação, já contando
com cerca de cem professores, e com o registro, no Livro de
Atas, de 97 docentes na reunião, a Assembléia Geral discutiu
temas polêmicos e trouxe para o debate não só a controvérsia
provocada pela possível saída da ADUnB da Conlutas-DFE, mas
também outros dois temas que praticamente mobilizaram e
exigiram a opinião dos participantes: a ampliação das
discussões associativas por meio do uso de fóruns eletrônicos,
via internet, sem fins deliberativos e a aprovação das contas
da seção sindical da gestão anterior, a partir do resultado da
auditoria nas contas das gestões dos últimos cinco anos.
Os professores aprovaram, com cinqüenta e hum
(51) votos favoráveis, cinco (5) contrários e trinta (30)
abstenções, a construção do fórum eletrônico para discussão e
consulta dos assuntos de interesse do movimento docente, sem
fins deliberativos. O debate acirrado, no entanto, ficou por
conta da aprovação da prestação de contas das gestões da ADUnB
de 2003 a 2008.
Foto:Carla
Lisboa/ADUnB-S.Sind. |
 Os temas propostos para
deliberação geram polêmicas |
A despeito da acalorada discussão sobre
o resultado da auditoria externa feita sobre a prestação
de contas das diretorias anteriores, o que causou muitas
polêmicas, a assembléia aprovou as contas por ampla
maioria. Dos professores presentes no momento em que
esse item foi debatido, quarenta e nove (49) foram
favoráveis à aprovação, nove (9) contrários e quatorze
(14) abstiveram-se.
Nesse item, o grupo de professores que
comandou a ADUnB nos últimos anos se absteve da votação.
A ex-presidenta da entidade na gestão passada e atual
decana de Assuntos Comunitários, professora Rachel da
Cunha, apresentou uma declaração de voto em que afirma
que “Em nome dos Diretores da ADUnB-Seção Sindical do
ANDES-SN, gestão 2006-2008, declaro que, como fomos
auditados, optamos pela abstenção porque não devemos
aprovar as nossas próprias contas. Uma vez que, para
isso, uma comissão atuou como Conselho Fiscal e
apresentou o relatório na Assembléia de posse desta
Diretoria.”, explicou a professora no texto a ser
incorporado à Ata da Assembleia
Geral. |
O professor do Instituto de Psicologia e integrante da diretoria da ADUnB, Ileno Izídio da Costa também se absteve com declaração de voto e afirmou que “se absteve porque não confundia ilegalidade com irregularidades apontadas na auditoria, a despeito de a maioria aprovar as contas”. O professor Paulo Celso (FT), que também se absteve, justificou sua abstenção com o mesmo argumento do professor Ileno Costa, deixando claro que a aprovação das contas não eliminava as irregularidades e acrescentou "que a atual Diretoria de qualquer forma deverá corrigir as irregularidades encontradas pela auditoria independente", declara.
Depois da reunião, os professores comemoraram
os 31 anos da ADUnB com um coquetel na Casa do Professor, em
que houve a apresentação de um grupo musical e a inauguração
da sala de jogos.
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.Foto:Carla
Lisboa/ADUnB-S.Sind.
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Depois da
Assembleia Geral, diretoria realizou coquetel em comemoração
dos 31 anos da ADUnB e inaugurou a sala de jogos da Casa do
Professor |