Informativo eletrônico da ADUnB
Brasília
18 de julho de 2007
Nº 39

ANDES-SN

Secretário compromete-se a fazer
interlocução com o Planejamento

Na reunião do GT Carreira Docente do MEC/Sesu realizada no último dia 9, o secretário Ronaldo Mota afirmou que o GT deve funcionar como um espaço de elaboração de propostas e não como uma mesa de negociação, não devendo, portanto, as entidades participantes esperarem que os encaminhamentos ali produzidos tenham aplicação imediata, mas que sejam vistos como propostas.

Além de coordenar os trabalhos, a Sesu se compromete a fazer a interlocução do GT com outros órgãos do governo, principalmente com o Ministério do Planejamento, pois as decisões que ali forem tomadas deverão ser discutidas em outras esferas do governo.

O secretário fez o seguinte questionamento: “É possível estabelecer uma mesa sem que isto represente uma proposta definitiva?”.

Aberta a rodada de intervenções os representantes do ANDES-SN indicaram a necessidade de dar caráter mais conclusivo ao GT, apresentando algumas ponderações:

• A necessidade de dar um caráter oficial ao GT com instituição de atas das reuniões e de documento que oficialize o grupo de trabalho;
• O estabelecimento de um calendário das atividades que possa indicar prazo para conclusão dos trabalhos;
• A apresentação, por parte do MEC, do relatório que encerrou os trabalhos no ano passado, já com as modificações enviadas pelas entidades;
• a necessidade da presença de representante do Ministério do Planejamento no GT;
• O posicionamento do MEC quanto à construção de uma carreira única.

Quanto à presença das entidades componentes do GT, a representação do ANDES-SN registrou a importância da participação da Sesu, como interlocutora por parte do MEC, da Andifes como representação institucional das IFES, do SINASEFE e do ANDES-SN como parceiros na representação dos docentes das IFES. No que se refere à entidade Proifes, expressaram entendê-la como convidada do MEC, não a reconhecendo com legitimidade para representar a categoria docente. Ressaltaram, entretanto, que tal fato não significa impedimento para o ANDES-SN se fazer presente no GT defendendo os posicionamentos definidos na base da categoria docente. Enfatizaram, ainda, que as discussões que no GT se estabelecerem não devem ser interpretadas como um processo de interlocução do ANDES-SN com tal entidade (Proifes).

Lembraram ainda que lutar pela carreira única e pela abertura de negociações foram pontos aprovados nas instâncias máximas do Sindicato, e que a categoria vem se mobilizando para que sejam garantidos os espaços onde se possam efetivamente abrir negociações, mas que até o momento o governo não sinalizou com a abertura efetiva desse processo. Deixaram claro que para o ANDES- SN o encaminhamento da questão de carreira não é resposta para a pauta da campanha salarial. Por fim, relataram as deliberações aprovadas na última reunião do Setor das Federais que indicam rodada de assembléias gerais para discutir o indicativo de greve.

O representante do SINASEFE questionou a ausência da representação do CONCEFET e CONEAF no GT. Afirmou que o SINASEFE considera de extrema importância a unificação das carreiras e que a categoria está ansiosa por uma conclusão dos trabalhos. Lembrou que o GT que funcionou no MEC no ano de 2006 foi fruto do cumprimento do Termo de Acordo de greve de 2005 e que ficou acertado que as conclusões dos trabalhos se dariam no prazo de 180 dias. Dessa forma, o mesmo já se encontra com mais de um ano de atraso. Esta inércia por parte do governo tem reflexos na base da categoria que se prepara para adotar medidas mais incisivas.

O representante do Proifes afirmou que nas suas bases a construção de uma greve ainda é muito incipiente, mas que há uma grande expectativa por melhorias salariais ainda no ano de 2007, bem como a incorporação de gratificações; registrou a importância de um canal de negociação e pediu que não houvesse novas interrupções e que aguarda a constituição de uma mesa setorial com a participação do Planejamento.

Em relação à construção de uma proposta de carreira, o ANDES-SN e o SINASEFE reafirmaram o entendimento de que as carreiras devem ser unificadas dando fim ao distanciamento que as políticas dos governos passados impuseram a estas. Indicaram ser necessário dar um fim às distorções que hoje existem, culminando em situações de docentes de uma mesma instituição, com trabalho de mesma natureza, receberem salários diferentes.

O representante da Andifes, reitor Timothy Martin Mulholland, afirmou que há na entidade uma disposição para ampliar discussões sobre a carreira e que as discussões no GT devem verter na direção da reafirmação da importância do regime de Dedicação Exclusiva e valorização remuneratória do regime de 20 horas.

Após uma breve discussão indicando a necessidade de se caminhar na direção da aproximação das duas carreiras com o objetivo de facilitar a construção de uma carreira única, o secretário Ronaldo Mota afirmou que o governo não tem posição fechada quanto à unificação das carreiras, mas que estaria disposto a fazer uma discussão sobre o assunto pessoalmente com o ministro, embora visualize dificuldades para isso.

Afirmou, também, que não vê restrições à formalização desse grupo de trabalho, e, para concluir, fez algumas ponderações:

• No fórum de discussão interna do governo não se pode esperar por parte do Planejamento nenhuma perspectiva de impacto financeiro para o exercício de 2007;
• Os encaminhamentos ou medidas tomadas a partir de deliberações nos fóruns das entidades não serão postas como condicionantes para a continuidade dos trabalhos no GT;
• Solicitou que as entidades entrem em contato com os representantes do CONCEFET e do CONEAF para que estes reafirmem o interesse de participar do GT;
• Afirmou acreditar que, embora seja muito difícil construir um consenso, o grupo deva trabalhar no sentido da construção de uma proposta que possa atender minimamente às expectativas das suas bases;
• A Sesu entende que algumas distorções na carreira necessitam ser corrigidas e que os pontos levantados pelos representantes das entidades são importantes e que devem ser tratados objetivando serem atendidos em um futuro próximo (2008 e 2009);
• Ressaltou a importância da construção de um cronograma de trabalhos;
• Afirmou que o MPOG será convidado para estar na próxima reunião do GT;
• A questão da campanha salarial deve ser tratada em uma mesa específica para este fim. A carreira será tratada no GT.

O representante da Andifes se referiu à leitura da Advocacia Geral da União (AGU), inclusive em documento oficial, que entende que a DE pode ser concedida e retirada a qualquer momento, autonomamente, pelas administrações.

Não foi definida a data para a próxima reunião. A sinalização para essa oportunidade ficará na dependência da Sesu estar em condições de apresentar o posicionamento do MEC sobre a carreira única e também, em relação à presença de representação do MPOG no GT.



 


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ANDES-SN

SÍNTESE DOS ENCAMINHAMENTOS DO

1º ENCONTRO DO COLETIVO JURÍDICO DO ANDES-SN DE 2007

(Brasília-DF, 29 e 30 de junho de 2007)

 

I – Pauta Aprovada

Sexta-feira, 29 de junho
9h - Abertura
Professor Luiz Henrique Schuch (Secretário-Geral e Encarregado do Jurídico do ANDES-SN).
Roberto Caldas (Assessoria Jurídica Nacional, Secretaria Regional NE 3, ADUnB-SSIND e APUB-S.Sind).

 9h30 – PLP 01-PAC e Política Remuneratória
Moderadora: Damares Medina (Assessoria Jurídica Nacional, Secretaria Regional NE 3, ADUnB-SSIND e APUB-S.Sind)

 11h – Revisão Geral e Tutela Inibitória de Ilícito
Moderador: João Luiz Arzeno (Assessoria Jurídica da Secretaria Regional Sul, SINDOCEFET-PR-S.Sind e APUFPR-S.Sind.)

 12h30 – Intervalo para almoço

 14h30 – Carreira Docente
Moderador: Marcelo Chalréo (Assessoria Jurídica da ADUFRRJ-S.Sind./ ASDUERJ-S.Sind)

 16h – Negociação Coletiva no serviço público e direito de greve
Moderador: Mauro Menezes (Assessoria Jurídica Nacional, Secretaria Regional NE 3, ADUnB-SSIND e APUB-S.Sind)

 17h – Plano de Desenvolvimento Educacional
Moderador: Luiz Henrique Schuch (Secretário-Geral e Encarregado do Jurídico do ANDES-SN)

 18h30 – A Atuação da AGU no âmbito das universidades
Moderador: Marcos Vinício (Assessoria Jurídica da ADURN-S.Sind.)

 

Sábado, 30 de junho

9h – PEC 12 - Precatórios
Moderadora: Eryka de Negri (Assessoria Jurídica Nacional, Secretaria Regional NE 3, ADUnB-SSIND e APUB-S.Sind) 

10h30 – Repercussão Geral e Súmula Vinculante
Moderador: Guilherme Zagallo (Assessoria Jurídica da APRUMA-S.Sind.)

12h – intervalo para almoço

14h – Processos judiciais de Planos Econômicos (URPs)
Moderador: Carlos Boechat (Assessoria Jurídica da Secretaria Regional Rio de Janeiro, ADUFF-S.Sind., ADUNIRIO-S.Sind e ADCEFET-S.Sind.)

15h30h – Assistência Médica GEAP e Previdência (Regimes Próprio e Complementar)
Moderador: Luiz Fernando Silva (Assessoria Jurídica da APUFSC-S.Sind.)

 17h – Assuntos Extra-Pauta

 18h – Encaminhamentos finais e Encerramento.

 

II - Compareceram ao Encontro os seguintes assessores jurídicos e dirigentes:

Luiz Henrique Schuch (ANDES-SN); Roberto Caldas, Damares Medina,  Mauro Menezes Eryka de Negri,  Gustavo T. Ramos e Sigueru Sumida (AJN);  Paulo Guedes Pereira (ADUFCG/ADUFPB); Ana Kelly de Amorim e Ana Maria da Silva Martins (ADUFPA); João Guilherme C. Zagallo (APRUMA); Sérgio Gonçalves e  Glória Castro (ADCEFET-RJ); Camila Maria S. Oliveira e Ramanita Mayer Varela (ADUFEPE); Carlos Boechat (ANDES-SN/RJ, ADUFF, ADCEFET-RJ e ADUNIRIO) Fernando José Hirsch (ADUNICAMP); Adriane Kusler,  Lúcio Hagemam e Mauro Lach (ADUFRGS); Flávio Ramos e José Lins Wagner (SEDUFSM); Luis Fernando Silva, Marco A. de Melo Castelli,  Nelson Gomes Mattos Jr. e Márcio Lacks Filho (APUFSC); Jerize Terciano (ADUFES);  Samuel Chapper (ADUFPel); Aparecido Inácio (ANDES-SN/SP); Ioni Ferreira (ADUFMAT); Lara Lorena (ADUSP); Marinês Alchieri (ADFUNREI/ADUFLA); Marcelo Chalréo (ADUR-RJ/ASDUERJ); Marcos Vinício S. Oliveira e Kênia Beatriz F. Maia (ADURN) Cristina C. Pereira (VISITANTE);  Elenir Alves Pereira (VISITANTE); Alberto S. Jones (ASPUV); Marcelo Trindade de Almeida (ANDES-SN/Sul, APUFPR e SINDUTF-PR); Halley de Souza (APROFURG).

 

III – Encaminhamentos

O Encontro Jurídico não é uma instância deliberativa do ANDES–SN. Portanto, seus encaminhamentos devem ser considerados como recomendações do Coletivo Jurídico da Entidade. Encaminhamentos aprovados nos pontos:

 

Sexta-feira, 29 de junho

 

I – PLP 01-PAC e Política Remuneratória

Após a exposição e os debates, foram feitos os seguintes encaminhamentos:

  • a Moderadora disponibilizará o material de sua apresentação às Assessorias Jurídicas;
  • pautar para o próximo encontro jurídico uma palestra com especialista em questões orçamentárias e financeiras;
  • em relação ao reajuste de 15% concedido aos servidores do Poder Legislativo, decidiu-se recomendar aguardar a publicação do acórdão da ADI 3.599 e posterior emissão de parecer pela AJN para deliberação em torno das orientações a serem adotadas pelo Coletivo Jurídico;
  • ações de revisão geral: a) ADIn 2061 (omissão): requerer o sobrestamento dos recursos extraordinários no STF e aplicação do artigo 290 do CPC; b) omissão parcial e demais reajustes: aguardar o desfecho das ações de indenização e contratação de parecer sobre o tema;
  • propor a realização de estudo (sugestão: Ingo Wolfgang Starlet) analisando o direito ao reajuste sob a ótica dos direitos fundamentais.

 

II – Revisão Geral e Tutela Inibitória do Ilícito

Após a exposição e os debates, foram feitos os seguintes encaminhamentos:

  • em razão da dificuldade de uma interlocução com o Ministério  Público Federal na Representação nº. 1.25.000.003345 /2006-94, buscar o envolvimento da OAB na questão;
  • disponibilizar os documentos existentes sobre o tema para as Assessorias Jurídicas;
  • elaborar documento explicitando o instituto da tutela inibitória do ilícito, objetivando um maior esclarecimento da categoria e dos dirigentes acerca do tema.

 

III- Carreira Docente

Após a exposição e os debates, foi feito o seguinte encaminhamento:

  • criação de um GT com o objetivo de elaborar estudo jurídico comparativo entre as diversas carreiras do serviço público, que será composto por Damares Medina, Guilherme Zagallo e João Luiz Arzeno.

 

IV – Negociação coletiva no serviço público e direito de greve

Após a exposição e os debates, foram feitos os seguintes encaminhamentos:

  • o Encontro do Jurídico lança à Direção e as instância deliberativas do ANDES-SN um alerta quanto aos riscos de deterioração crescente do direito de greve dos servidores públicos e de suas garantias no âmbito do Poder Judiciário e, em especial, do STF, que sinaliza pela adoção de mecanismos repressivos da Lei de Greve dos trabalhadores em geral, inclusive para viabilizar o desconto dos dias parados;
  • dada a possibilidade concreta de regulamentação do direito de greve do servidor público, seja pela via legislativa, seja pela decisão do STF, atuar para que, na impossibilidade de impedir tal regulamentação, que ela ocorra de forma menos danosa possível para o exercício do direito pelos servidores. Houve polêmica sobre a conduta que seria mais adequada;
  • buscar avançar na institucionalização do processo de negociação coletiva no âmbito do serviço público.

 

V – Plano de Desenvolvimento Educacional

Após a exposição e os debates, foi feito o seguinte encaminhamento:

  • serão remetidas cópias de todos os Decretos do Plano de Desenvolvimento Educacional para as Assessorias Jurídicas, que ficarão encarregadas de examinar os seus aspectos jurídicos.

 

VI – A Atuação da AGU no âmbito das universidades

Após a exposição e os debates, foram feitos os seguintes encaminhamentos:

  • constituição de um Grupo de Trabalho (GT), composto por Marco Vinício, Cláudio Santos, Damares Medina, João Luiz Arzeno, José Luiz Wagner e Sayonara Leonardo da Silva (que não estava presente e deverá ser convidada), para promover um levantamento nacional (mapeamento) acerca da questão da atuação da AGU no sentido de dificultar/embaraçar/inviabilizar execuções de direito de servidores públicos, em especial decorrentes de Planos Econômicos, com descrição pormenorizada de casos de abusos cometidos;
  • proposição de ADI contra os dispositivos de lei que autorizaram a atuação da AGU no âmbito das Universidades;
  • discutir alternativas de trabalho parlamentar para a revogação de tais dispositivos;
  • estudar e implementar formas de responsabilização civil pessoal dos Advogados da União e Procuradores Federais que titularizarem os abusos e condutas como litigância de má-fé;
  • utilizar os mecanismos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) para encaminhar as medidas aprovadas;
  • resgatar trabalhos e pareceres já elaborados acerca da questão no âmbito das Assessorias Jurídicas Nacional e das Seções Sindicais e distribuí-los aos assesores jurídicos;
  • verificar súmulas e pareceres internos da AGU que eventualmente estejam sendo desrespeitados no âmbito da atuação da instituição em defesa das Universidades, no foro e fora dele;
  • erigir preliminares de defeito de representação, com argüição incidental de inconstitucionalidade;
  • explorar duas vertentes de argumentação: a) a autonomia universitária; b) o embaraço de acesso ao judiciário da autarquia e da fundação, como entes jurídicos com personalidade jurídica própria;
  • considerar a possibilidade de contratação de um parecer de jurista de renome acerca da questão.

 

Sábado, 30 de junho.

 

VII – PEC 12 - Precatórios

Após a exposição e os debates, foram feitos os seguintes encaminhamentos:

  • elaborar no prazo de 2 (duas) semanas uma cartilha de esclarecimento;
  • sistematizar e agilizar a divulgação de informações quanto a tramitação da PEC 12;
  • as Assessorias Jurídicas disponibilizarão os documentos e trabalhos já realizados relativos à PEC 12;
  • orientar os Assessores Jurídicos que produzam e publiquem nos meios de informação das Seções Sindicais textos relativos à PEC 12;
  • denunciar aos organismos internacionais às violações que serão perpetradas no caso de promulgada a PEC 12;
  • indicar a necessidade de nos Estados (via OAB, sindicatos) realizar um trabalho de esclarecimento da sociedade em torno da lesividade da PEC 12;
  • em reforço ao movimento pela rejeição da PEC 12, apontar a necessidade de se buscar alternativas que agilizem o pagamento dos precatórios nos Estados e Municípios;

 

VIII – Repercussão Geral e Súmula Vinculante

Após a exposição e os debates, foram feitos os seguintes encaminhamentos:

  • indicar à Diretoria do ANDES, em razão das importantes mudanças processuais ocorridas, a necessidade de maior flexibilidade na atuação das Assessorias Jurídicas, buscando imprimir maior agilidade e velocidade na atuação jurídica, especialmente no que tange ao financiamento e formação dos GTs;
  • indicar a necessidade de que a AJN promova o  acompanhamento e monitoramento das teses jurídicas em discussão no STF;
  • o Assessor Jurídico Marcelo Chalréo elaborará estudo acerca da Emenda Regimental nº 21/07 do STF;
  • acompanhar no TST a eventual aplicação dos princípios da relevância e transcedência;
  • indicar ao ANDES a necessidade de uma maior interação e integração com outras entidades representativas dos trabalhadores para viabilizar o trabalho de defesa jurídica no STF.

 

IX – Processos judiciais de Planos Econômicos

Após a exposição e os debates, foram feitos os seguintes encaminhamentos:

  • realizar o mapeamento, bem como as circunstâncias, das ações judiciais das Seções Sindicais que asseguram o pagamento dos Planos Econômicos;
  • realizar estudo da viabilidade de medida judicial contra a Instrução 44 do TCU;
  • realizar estudo dos precedentes de extensão administrativa de Planos Econômicos;
  • elaborar nota com o histórico dos Planos Econômicos e a partir desse panorama, mostrar à Diretoria do ANDES o esgotamento das medidas judiciais. Estabeleceu-se polêmica sobre as medidas que poderiam ser adotadas em busca da solução para o problema, sobre a viabilidade de alcançar-se a extensão administrativa desses percentuais via negociação política, apontando-se a necessidade de comprometer os reitores;

 

X – Assistência Médica GEAP e Previdência (Regimes Próprio e Complementar)

Após a exposição e os debates, foram feitos os seguintes encaminhamentos:

  • elaborar estudo acerca do papel do TCU no registro das aposentadorias a partir da implementação do regime de previdência complementar do servidor público;
  • elaborar estudo acerca da inconstitucionalidade do dispositivo que predetermina o benefício de contribuição definida no regime de previdência complementar do servidor público;

 

XI - Assuntos Extra-Pauta

Foi objeto de informe o seguinte assunto:

  • denúncia do MOSAP à Comissão Interamericana de Direitos Humanos no caso da contribuição previdenciária dos servidores públicos inativos.

 

XII - Encerramento

O Encontro foi encerrado com as palavras do Prof. Schuch e do Assessor Jurídico Rodrigo Torelly, que saudou a todos pelo sucesso do evento.

 

                   Brasília (DF), 10 de julho de 2007.

 

 

Rodrigo Peres Torelly

Assessoria Jurídica Nacional

Luiz Henrique Schuch

Encarregado de Assuntos Jurídicos



 

 


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